quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Como refutar a ideologia "transgênero": será que é preciso?



Suponho que você tenha assistido ao vídeo indicado na postagem anterior. O argumento da Dra. Michelle Cretella é bem semelhante ao que apresento em sala de aulas para meus alunos da graduação; identificação com o sexo oposto ao sexo biológico é - na maioria dos casos - um transtorno de personalidade, e esta afirmação não é fruto de preconceitos, nem de discriminação ou tentativa de exclusão dessas pessoas, não é isso, é simplesmente a constatação (a partir de pesquisas realizadas junto a pessoas que foram avaliadas para realizar a cirurgia de mudança de sexo)  de que se trata de um distúrbio, assim como acontece com os " trans-espécie", os "amputadores patológicos" e outros elementos delirantes.
Nunca é  demais lembrar que a extrema-direita do Brasil e do mundo, elegeu o combate aos transgêneros como uma de suas pautas queridas, bem próxima daquela defendida pelos fundamentalistas religiosos, baseadas apenas em seu ódio, sem qualquer respaldo científico. 
Assim como a burrice politicamente correta está por trás dessa relativização de tudo, a burrice bíblica-evangélica-fascista, por outro lado, está a promover a demonização de tudo; por isso muito cuidado para não achar qualquer delírio coisa natural, não importando de onde ela venha.
Respeito às pessoas acima de tudo.

sábado, 8 de setembro de 2018

VOCÊ SABE QUEM É JORDAN PETERSON? - O Professor Contra o Politicamente C...



PARA CONHECER MELHOR AS IDEIAS DESSE CORAJOSO PSICÓLOGO CANADENSE E PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE TORONTO EM SUA LUTA CONTRA A INSANIDADE DO POLITICAMENTE CORRETO. Em "Epifania Experiência", publicado em 18 de abril de 2018.

COPIE E COLE EM SEU NAVEGADOR O LINK ABAIXO:
https://youtu.be/9SyE76aUKD0?si=_wJtiCeK_Ymh5r8m 

12 REGRAS PARA A VIDA - UM ANTÍDOTO PARA O CAOS | por Jordan Peterson | ...


Conheça um bom resumo desse livro do psicólogo canadense Jordan Peterson, publicado em 26 de abril de 2018 pelo canal "Epifania Experiência" no YouTube.

sábado, 16 de junho de 2018

William Ernest Henley

Poeta, crítico e escritor inglês nascido em 1849, proveniente de família pobre, aos 12 anos de idade foi marcado pela doença (bacilo da tuberculose) que o impediu a concluir os estudos formais, e, mais tarde levaria à amputação de sua perna aos 16 anos e finalmente a sua morte aos 53 anos em 1903.
Seus problemas financeiros e de saúde não o impediram de chegar ao sucesso como editor de conceituada revista literária (Scots Observer) e como crítico literário e poeta. Foi justamente em uma viagem para tratar da saúde em Edimburg, Escócia, que ele escreveu a coletânea de poemas "In Hospital", conheceu sua futura esposa Anna Boyle e travou contato - que viria a se transformar em profunda amizade - com o escritor escocês Robert Louis Stevenson de "The strange case of Dr. Jekill and Mr. Hyde", traduzido para o português como "O médico e o monstro". 

Invictus
Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.


Invictus 
(Tradução de Andre C.S. Masini in: www.casadacultura.org/Literatura/Poesia/g12_traducoes_do_ingles/invictus_henley_masini.html)

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer Deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a fenda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou o mestre de meu destino;
Eu sou o capitão de minha alma.